Em 2005, já vinha desenvolvendo temas ligados à religiosidade popular, com bastante interesse no campo estético e subjetivo de imagens sacras, mas com uma produção mais voltada à arte-objeto, instalações e intervenções artísticas.
Como desafio, me propus a resgatar uma linguagem mais gráfica em minha produção, mais próxima à linguagem e visual do Desenho.
Na busca de um “desenho pronto”, proposto na cadeira, comecei a trabalhar somente a silhueta do São Jorge. A silhueta levou à percepção de uma imagem forte, de ampla siginificação. Paralelo a esta pesquisa plásticas, buscava referências em Hegel sobre origem e criação dos mitos, leituras bastante siginificativas no processo. O “desenho encontrado”, a silhueta era ao mesmo tempo o Bem e o Mal, uma amálgama de cavaleiro, cavalo e dragão – todas as faces do Mito. Um cavaleiro sem dragão não seria São Jorge. O mito se sustenta porque depende de todas as alegorias. Desdobramento o Mito de São Jorge, o mito do guerreiro que mata o dragão e liberta a princesa, a eterna luta do Bem contra o Mal, cheguei à simplificação de três palavras-chave: herói, monstro e princesa.
A partir destas três palavras, busquei novos desdobramentos e sinônimos e um elenco de imagens que interessassem e dialogassem entre si e com a proposta do trabalho, com o uso de um site de busca.
A apresentação final dos trabalhos é numa forma de cartaz, aproximadamente
Técnica – composição a partir de imagens selecionadas, derivadas do desdobramento proposto pelo tema da pesquisa atualmente, o mito de São Jorge
Forma – Pinturas/desenhos/Colagem em diferentes papéis,
Tema – o Mito de São Jorge – desdobramentos e diversidade de leituras




2 comentários:
Absurdamente lindos os trabalhos. Parabéns queridón!
muito show!! Bravíssimo moço...ADOREI!!! São jorge...então...sem comentários...fica aqui o meu suspiro!!
bjo
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